O pobrema de hoje é gente que se mete na vida dos outros. Isso é um post meio Creuza, tipo lavadeira que se revolta que a vizinha olha pra dentro da casa dela. Mas, tudo bem, não reprimo minhas Creuzisses.
Enfim, to lá eu no trabalho (local onde 90% do tempo das pessoas é dedicado a observar a vida alheia e comentá-la). Fui almoçar, voltei e desci de novo pra uma reunião em outro prédio. Quando chego, uma amiga me avisa que uma pessoa que passou por mim, a quem eu cumprimentei, foi lá, perguntar pra ela onde eu estava.
Caralhows! Queria tanto saber? Pq não me perguntou quando passei por ela?
Essa mesma amiga que me avisou disso, quando entrou no emprego já namorava um rapaz de lá. Detalhe que eles já namoravam anos a fio antes de começarem a trabalhar lá então a fofoca era old news. Além do mais não há qualquer política proibindo o namoro entre funcionários, e volta e meia sai um casamento por lá.
Mas... sempre tem os que não se aguentam...
Eis que um dia, uma cobrinha conhecida lá daquelas bandas não se aguenta de curiosidade e, aproveitando que a menina faltou pq tava doente, veio ME perguntar se o Fulano era namorado dela.
Hein? Tá perguntando pra mim pq, cara pálida? Minha vontade era dizer "pergunta pra ela, minha filha." Mas como não quis dar pano pra manga respondi: "Sim. Eles namoram há mais de 5 anos." Fofoca velha, querida. Pra bom entendedor meia palavra basta.
Outro dia divido taxi com outra criatura lá, recém chegada. Calouro até o último fio do cabelo. Não sabia nem o nome dele direito e a criatura já me manda essa: "E ai? Tá estudando pra concurso no horário do expediente?"
Minha resposta: "qual o seu nome mesmo?"
Ele fica sem graça e eu digo: "olha Fulano, não eu não estudo mais pra concurso pq eu não preciso, mas se precisasse talvez estudasse, fora do horario do expediente"
Ah vátománocú... cada um no seu quadrado. A nova filosofia que se aplica a todas as situações sociais....
Enfim, to lá eu no trabalho (local onde 90% do tempo das pessoas é dedicado a observar a vida alheia e comentá-la). Fui almoçar, voltei e desci de novo pra uma reunião em outro prédio. Quando chego, uma amiga me avisa que uma pessoa que passou por mim, a quem eu cumprimentei, foi lá, perguntar pra ela onde eu estava.
Caralhows! Queria tanto saber? Pq não me perguntou quando passei por ela?
Essa mesma amiga que me avisou disso, quando entrou no emprego já namorava um rapaz de lá. Detalhe que eles já namoravam anos a fio antes de começarem a trabalhar lá então a fofoca era old news. Além do mais não há qualquer política proibindo o namoro entre funcionários, e volta e meia sai um casamento por lá.
Mas... sempre tem os que não se aguentam...
Eis que um dia, uma cobrinha conhecida lá daquelas bandas não se aguenta de curiosidade e, aproveitando que a menina faltou pq tava doente, veio ME perguntar se o Fulano era namorado dela.
Hein? Tá perguntando pra mim pq, cara pálida? Minha vontade era dizer "pergunta pra ela, minha filha." Mas como não quis dar pano pra manga respondi: "Sim. Eles namoram há mais de 5 anos." Fofoca velha, querida. Pra bom entendedor meia palavra basta.
Outro dia divido taxi com outra criatura lá, recém chegada. Calouro até o último fio do cabelo. Não sabia nem o nome dele direito e a criatura já me manda essa: "E ai? Tá estudando pra concurso no horário do expediente?"
Minha resposta: "qual o seu nome mesmo?"
Ele fica sem graça e eu digo: "olha Fulano, não eu não estudo mais pra concurso pq eu não preciso, mas se precisasse talvez estudasse, fora do horario do expediente"
Ah vátománocú... cada um no seu quadrado. A nova filosofia que se aplica a todas as situações sociais....
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